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Comunicação em Destaque

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Guerra Sem Lei

Postado por Daniel Lima às 18:11 Marcadores: Brasil, Crítica, Desgraça, Política, Televisão
Cada vez mais eu me assusto com o ser humano e do que ele é capaz de fazer para dominar e prejudicar o próximo. O poder e a certeza de que não será punido faz com que isso ocorra com mais freqüência e não é de hoje que acontece isso, já vem de décadas e quem sabe até de séculos de impunidade. Estou falando da guerra civil que ocorre diariamente no Brasil e para ser mais exato no Rio de Janeiro onde o cidadão passou a ser apenas mais um coadjuvante no filme “Tropa de Elite” da vida real.
Todas as cidades no Brasil possuem seus problemas com a violência, mas no Rio de janeiro já se tornou bizarro e absurdo. Não consigo entender como alguém pode ter tanta maldade e tanto poder sobre um determinado espaço que normalmente são lugares onde a fome e a pobreza impera. Os “chefes” do morro mandam e desmanda num espaço público mostrando que ele é o imperador da parada, ele é quem coloca ordem e os trabalhadores que pagam seus impostos (que no Brasil não é nada barato) tem que obedecer às ordens deles. Peraí, agora nós estamos submissos e somos subservientes do tráfico? Por favor, dá licença que eu preciso continuar a caminhar como uma pessoa digna.
As pessoas trabalham anos com muito esforço e muito suor pingando no rosto para poderem compra um automóvel e do nada vem um desgraçado desses e colocar fogo como se tivesse sido ele quem trabalhou dia após dia para ter um. Daí aparece uma pessoa que o cara nem conhece e faz do seu carro uma barreira para a polícia não subir o morro. Acredito que a maior dor nisso é saber que se acaso for reclamar ou brigar para que eles não destruam seu automóvel vão terminar morrendo com uma bala no meio da testa.
Tudo isso acontece por causa das drogas, para ser mais exato o crack. Já falei sobre essa droga em outra oportunidade nesse mesmo blog e parece que quanto mais informações as pessoas recebem, mais burras elas fica. Elas não conseguem captar a mensagem que foi transmitida ou se fazem de cegas e surdas para essa mazela que destrói o mundo? Acredito que o crack também poderia ser chamado de “a enfermidade do planeta” já que é ela quem está destruindo as pessoas e lares pelo mundo a fora.
Há já estava quase esquecendo, inocentes morrem por uma velha e conhecida que está sempre perdida nessas ocasiões mas ninguém quer encontrar. A bala perdida sempre encontra alguém que não tem nada a ver com a guerra entre o tráfico e a polícia. Tenho plena certeza que esse é o tipo de objeto quando está perdido ninguém quer encontrar. Você deseja encontrá-la? Outra certeza que tenho é que você deve ter pensado o que escrevi anteriormente, não quer entrar para as estatísticas de mortos por um objeto perdido.
Enfim, essa é a situação caótica de um estado com um problema enorme a ser resolvido e que em certas horas parece não ter fim e em outras sem solução. A batalha pela paz vai continuar e o povo pede uma solução rápida, pois, tornou-se insuportável ligar a televisão para assistir o jornal e ver que por mais um dia seguido a loucura das balas que correm de um lado para o outro tentando encontrar alguem está acontecendo novamente.

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domingo, 17 de outubro de 2010

Opinião, Eleição ou Obrigação?

Postado por Daniel Lima às 11:26 Marcadores: Brasil, polêmica, Política
Depois de um bom tempo se escrever por diversos motivos pessoais, eis que estou de volta para vomitar minha opinião, visão ou seja lá o que for sobre um determinado tema. Vou deixar de enrolar – já que não sou cantor de pagode (graças a Deus) – e começar a colocar letra após letra para que finalmente forme palavras e você entenda o que quero dizer.
Em algum capítulo anterior num texto sobre a Copa do Mundo de Futebol escrevi em algum momento que as pessoas tinham orgulho de serem brasileiros, eram nacionalistas, que no ano de copa nós também temos eleições e as pessoas não tinham o mesmo entusiasmo e nacionalismo para votar. Pois bem, aconteceram as eleições e só fiz confirmar tudo o que eu havia descrito no texto “Patriotismo na Copa do Mundo”.
As pessoas vêem o ato de votar como uma obrigação mas não param para pensar que o futuro do país está nas nossas mãos. Enquanto não votamos somos eleitores, quando estamos em frente à urna para escolhermos os candidatos somos dono do país (no caso das eleições presidenciais) e depois que votamos somo apenas mais um na multidão em solo brasileiro ou não, já que várias pessoas votam em outros países onde residem. Certo que o voto não é facultativo no Brasil, mas acredito que a população não deveria pensar nisso como uma obrigação e sim como uma maneira de mudar e melhorar o lugar onde vivemos. Se acaso a população não trocasse seu voto por dentadura, cesta básica, material de construção e outros objetos além de vender, a visão que teríamos sobre esse ato seria outra.
Por falar em voto facultativo, vejo que o Brasil não tem condições de implantar esse modelo de votação já que uma boa parte da sua população não tem uma educação política. As pessoas não iriam às urnas por pensarem que não são obrigadas e também não procuram saber sobre os candidatos e partidos, se eles realmente possuem capacidade suficiente para “mandar” naquele território. Não estou chamando a população de burra, estou dizendo que as pessoas colocam vendas nos olhos, prefere não enxergar a realidade, os políticos governam para a burguesia, as pessoas que estão nas castas mais baixas estão recebendo o mínimo de assistência possível e acham que os governantes estão fazendo muito. Para mudar o país é preciso que o povo se rebelar e revolucionar para que a verdadeira face dos governantes apareça.
Poucas eram as pessoas que estampavam o adesivo, camisa ou qualquer acessório do seu candidato por acreditar nele, notei que o que realmente contava era o dinheiro e um bom exemplo disso são as pessoas que ficam o dia inteiro segurando a bandeira no acostamento e gritando. Dizem que isso não é boca de urna, mas, na minha opinião essa palhaçada no dia das eleições deveria acabar. Isso é uma exploração. Sei que algumas pessoas que irão lêr esse texto dirão “mas eles estão trabalhando” ou “eles precisam daquele dinheiro”. Todos nós precisamos de dinheiro, já que vivemos num país capitalista, mas não precisa fazê-los de escravos modernos.
Uma coisa que chamou bastante a minha atenção nessas eleições foi o número de acusações que os candidatos faziam um para o outro. É um absurdo como eles desperdiçam tempo para falar mal do concorrente e com isso, não mostram proposta nenhuma. O importante nessas horas para os candidatos é mostrar que eles são pessoas dignas, que o concorrente é uma pessoa que possui atos ilícitos durante a sua carreira política (popular ladrão) e que se você votar no outro candidato estará votando errado. Queremos ver é o que propõem para melhorar a vida de todos nós que estamos colocando-o no poder. Certo que se eles pudessem fariam igual a época medieval quando havia uma hierarquia na qual o poder era passado de pai para filho e assim por diante. Mas de certa forma isso acontece. Se prestar a atenção nos sobrenomes dos candidatos irão notar que possuem alguma ligação com algum outro candidato ou pessoa influente no meio político. Resumindo, se és filho, sobrinho, neto, irmão ou qualquer outro tipo de parentesco com algum político você será jogado nessa cachorrada.
Sei que esse papo ainda tem muita coisa a ser dita, mas eu prefiro parar por aqui. Procurem se informar através dos diversos meios que temos hoje e a internet é o mais fácil e acessível para muitos. Lembrando novamente que em alguns estados terão o segundo turno não só para presidente, mas para governador. Alagoas, estado onde moro, haverá segundo turno e se você é alagoano preste bem atenção em quem vai votar e lembre-se que você, eu e todo mundo que votar será responsável pelos atos que eles fizerem já que fomos nós que o colocamos no poder.

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domingo, 4 de julho de 2010

Alagoas e Pernambuco em Desespero

Postado por Daniel Lima às 19:01

As vezes pensamos que somos super-homens e que nenhum mal irá acontecer conosco, sempre as coisas ruins acontecem com outras pessoas e não com a gente. Quando acontece não sabemos o que fazer e entramos em desespero. É nessas horas que nos vemos pequenos e sem armas para nos defendermos. Foi exatamente isso que aconteceu aqui em Alagoas.
Uma catástrofe aconteceu no meu amado e querido estado e no estado vizinho no qual possuo amigos e que um dia já fomos colônia. Pernambuco também foi atingida com esse desastre sem tamanho. Na verdade, tudo começou lá e veio descendo pelos rios Mundaú e Paraíba. A água destruiu cidades inteiras e arrastou tudo por onde passou. Parece cena de filme Hollywoodiano.
Com relação a Pernambuco não tenho muitas informações, mas pelo que vi nos jornais, disse que alguns açudes encheram demais e não agüentaram a quantidade de água que era superior ao que ele suportaria e em outras horas falava-se que uma barragem estourou ou abriu as comportas por ter excesso de água devido as grandes quantidades de chuva que estavam acontecendo na cabeceira. Não sei explicar direito, mas foi uma tragédia que por mais que fosse possível avisar, o tamanho da destruição seria impossível de prever.
Já aqui em Alagoas o clima ficou muito pesado. Se você que está lendo esse texto agora não mora em aqui, não tem noção do que acontece com relação a tristeza, mobilização que está sendo feita para ajudar as pessoas que estão desamparadas. Nossa, não sei e não tenho como explicar tamanha tristeza que a população alagoana esta vivendo nesse momento doloroso e que mobilizou o país inteiro. Não pude ir para as cidades atingidas por motivos pessoais, mas alguns amigos meus foram para ajudar como voluntários e eles me falam que parece cena de filme depois que acaba uma guerra. É de arrepiar. Vi as fotos no notebook de um amigo meu quando a água invadiu a casa dele em Atalaia e foi desesperador, mas graças a Deus ele não teve maiores prejuízos. Cidades como Branquinha foram destruídas por inteira. A água destruiu tudo o que havia na cidade. Todos os prédios públicos foram destruídos, desde escolas até prefeitura e delegacia. Não existe mais cidade, apenas restos.
Aqui conseguimos ver tudo em sites e nos jornais locais, pois, o que vocês vêem na televisão é muito resumido. Não sou uma pessoa que consegue se emocionar com facilidade, mas ao ver aquilo fiquei sem reação, estático diante da televisão. Um caso que me chamou muito a atenção foi o de uma mulher que tinha um açougue e quando ela viu a água invadindo a cidade e entrando fortemente no açougue, ela começou a distribuir toda a carne do açougue para quem ia passando na rua com tanto desespero que estava. Quando terminou de distribuir, subiu em cima da laje do açougue e a força da água foi tanta que derrubou o estabelecimento e ela foi arrastada pela água. Quando acabou de passar a reportagem eu estava com os olhos marejados deitado no sofá da minha sala.
Não pare de ajudar, a situação é crítica e a mobilização é geral. Eu que estudo na Universidade Federal de Alagoas (UFAL) vi o tamanho da mobilização da galera par ajudar. Foram feitas campanhas em diversos cursos – inclusive o de comunicação no qual estudo – para arrecadação de alimentos e roupas para doar as pessoas de Rio Largo que é a cidade mais próxima da UFAL já que ela fica na saída da cidade e sem contar que temos amigos nos quais as casas foram inundadas e alguns não temos maiores detalhes, só sabemos que graças a Deus não aconteceu nada ruim com eles ou com a família deles. Amigos também em Murici, união dos Palmares, Atalaia e outras cidades foram atingidos pela água.

Continuem ajudando.
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sábado, 5 de junho de 2010

Epidemia Crackiana

Postado por Daniel Lima às 21:32 Marcadores: Comunicação, Crítica, Desgraça, Mídia, polêmica, Televisão
Fico triste quando leio, assisto ou ouço no rádio a notícia de que algum jovem morreu por causa do Crack. Ele se tornou uma epidemia, um problema para ser resolvido o mais rápido possível.
Pais estão sofrendo com a morte precoce dos seus filhos que se envolvem com essa maldita pedrinha conhecida como nóia. Eles morrem por não pagarem ao traficante, por roubar para manter o vício, fugindo da polícia ou até mesmo por overdose. Onde tudo isso vai parar é uma pergunta muito boa.
Calamidade pública, essa é a palavra certa para tal caso e o mais engraçado de tudo – se é que tem graça – é que os políticos sabem da enorme preocupação que a população, que por acaso é a mesma que vota neles, cobra alguma providência para esse absurdo. É uma falta de escrúpulo por parte dos governantes que enxergam isso e fingem que não estão nem ai. Fazem uma campanha ou outra na TV para dizer que estão fazendo alguma coisa, mas na verdade estão apenas enganando a população para que todos acreditem que eles estão tomando alguma providência para tal.
Para quem não sabe, o efeito dessa droga dura entre três e dez minutos , deixa o usuário mais eufórico que a cocaína, causa aumento da temperatura corporal do indivíduo podendo causa um AVC (acidente vascular cerebral), age diretamente no sistema nervoso e com isso, aumenta os batimentos cardíacos e a pressão arterial, o suor fica intenso, tremores, destrói os neurônios, faz o dependente ficar sem dormir e chegam a passar dias sem descansar, excitação, euforia, sensação de poder, entre outros efeitos e causas.
Lembrando que é uma doença que não tem cura e o tratamento é para o resto da vida já que a recaída ou não só depende do próprio paciente. Os especialistas chamam de doença adquirida.
O Crack se tornou mais popular que a cocaína (de onde se origina) por ser mais barato que ela. É um absurdo a quantidade de pessoas que são presas com essa droga diariamente. Antigamente, eram presos com maconha (que não deixa de ser uma porcaria) e hoje, a proporção de presos com Crack supera e muito os que são presos com maconha. Onde tudo isso vai parar é uma ótima pergunta que eu deixo mais uma vez para os governantes responderem.
Mantenha-se distante desse vício, pois, é bastante fácil de entrar e chegar ao fundo do poço é muito mais fácil ainda. Basta assistir aos noticiários. Saber se teremos resultados em pequeno, médio ou longo prazo é mais um capítulo que teremos que assistir desse “Freak Show”. “A esperança é a ultima que morre” já dizia o velho ditado e espero que ela não tenha deixado de existir, já que ela ficou na Caixa de Pandora, e não tenha se viciado em CracK.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mais uma semana de luto para os amantes do Rock

Postado por Daniel Lima às 20:52 Marcadores: Desgraça, Mídia, Música


O mês de maio de 2010 não está sendo nada generoso para os amantes do bom e velho Rock’n Roll. No dia 16 de maio, o mestre Dio deixou os fãs do Heavy Metal inconsoláveis com a sua partida para o mundo supremo e mal respiramos, o baixista da banda Slipknot Paul Dedrick Gray, conhecido na banda como ‘Number 2’, partiu sem ao menos deixar uma carta de adeus.
De acordo com o jornal Des Moines Register do estado de Iwoa (EUA), ele foi encontrado morto no quarto do hotel TownePlace Suites por volta das 10:30 da manhã por uma empregada do estabelecimento. Não havia indícios de crime e autopsia não revelou a causa da morte. Os testes conclusivos irão demorar de quatro a seis semanas.Mais uma vez o mundo do Rock está de luto. Será que na próxima semana haverá outra morte? Esperamos que não, duas já bastam para que os fãs do Rock fiquem cabisbaixos e esta é uma pequena homenagem para um baixista, que com certeza, contribuiu para a construção de novas bandas e um estilo único como é o Slipknot.
Banda na qual, possui um estilo único e por mais que tentem imitá-los, nada se compara ao original. Eles são e continuarão sendo a melhor banda do estilo que eles tocam, mas não será a mesma coisa. Sempre que alguém que amamos parte, fica um vazio e sempre falta um alguém ao nosso redor. Parece que aquele ombro amigo desapareceu, sumiu instantaneamente como num passe de mágica. Alguém que estava aqui a um minuto não está mais. Isso é o mais estranho e inaceitável.
O comunicação em Destaque não é um blog sobre notícia ou Rock, como diz o nome, a comunicação é o destaque, mas como sou amante dessa arte, filosofia e estilo de vida chamado Rock’n Roll, é inevitável para mim não tocar nesses assuntos que abalam a estrutura desse meio que vivo. Espero que compreendam e espero que na próxima postagem eu não precise fazer outra homenagem a alguém importante pra esse meio, mas sim, uma matéria que seja crítica como as anteriores ou que possa mostrar algo da comunicação que os façam aprender e refletir sobre os meios em que a comunicação se encontra.
O trecho “Sempre que alguém que amamos parte, ...”, é dedicada ao meu primo que faleceu nesta quarta-feira após sofrer um acidente. Ele estava com o filho dele e dois amigos. Infelizmente nem tudo é como pensamos. Estou abalado com tal acontecimento e as feridas se fecharão em pouco tempo.


Rest In Peace Paul Dedrick Gray e especial a Amarildo Feitosa.
Fiquem com Deus e descansem em paz.
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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Rest In Peace

Postado por Daniel Lima às 20:57


No ultimo dia 16 de maio, os fãs do Rock’n Roll se calaram diante de uma notícia trágica. Ronie James Dio faleceu por causa de um câncer que ele tinha no estômago. O domingo comum se tornou em um domingo triste e sem graça. Os fãs não acreditavam que aquilo fosse possível, uma que uma lenda do Heavy Metal não estava mais entre nós.
Aos 67 anos, aquele que foi vocalista das bandas ELF, RAINBOW, Black Sabbath, DIO, HEAVEN & HELL, nos deixou e fará uma falta impossível de ser dita.Dio foi o cara que introduziu no Rock o “Mallocchio”, aquele que as pessoas dizem ser os “Chifres do Diabo”. Mas Ele explicou várias vezes de onde veio esse símbolo. Falou que estava no Black Sabbath e que aquele símbolo refletia aquilo que a banda deveria representar. Não havia nada de demoníaco naquele gesto que viria a se popularizar tempos depois. É um símbolo italiano que a avó dele usava para afastar ou fazer o mau olhado, isso vai depender da maneira que irá usar. Ela dizia que não foi o primeiro a fazer tal gesto, mas que usou tanto que se introduziu no Rock’n Roll.
Milhares de homenagens foram feitas para essa magnífica voz que se calou para sempre. Artistas brasileiros como Kiko Loureiro e Rafael Bitencourt (Angra), Marcelo Barbosa (Almah), Nando Fernandes (ex-Cavalo Vapor, Hangar), declaram seus lutos para um “pequeno grande” ser que foi Dio. Nenhum ser mortal será capaz de substituí-lo.
Nós fãs do bom e velho Rock’n Roll estamos de luto, não que isso seja uma desculpa para nos vestirmos de preto, pois isso é uma coisa diária na vida dessa galera, mas estamos com nossos corações despedaçados e sem palavras para descrever tamanha falta que Dio fará para nós.
Essa foi uma pequena homenagem de mais um fã que está de luto pela morte do saudoso e grandioso Dio
Rest in Peace Ronnie James Dio
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Patriotismo na Copa do Mundo

Postado por Daniel Lima às 22:31 Marcadores: Crítica, Esporte, Mídia, polêmica
Vai chegando um campeonato bastante importante para o povo brasileiro que é a copa do mundo. Todos estão eufóricos com a seleção brasileira de futebol, esperando que eles tragam a taça de campeão, será uma emoção enorme. Críticas ao técnico da seleção por não levar um jogador ou outro é bastante normal para as seleções que vão à Copa, além dos convocados que os outros milhões de técnicos (os torcedores) não concordam que vá para o mundial.
Apesar da polêmica que está rolando entre “um dos 7 anões da Branca de Neve” e a “ave da família Anatidae”, no momento, a mídia não se preocupa só em mostrar que a copa será um mega evento, em um continente praticamente esquecido por todos e sem contar que é a primeira copa lá por aquelas bandas, ela quer mostrar que você caro leito do blog Comunicação em Destaque, eu (Um pobre estudante universitário e escritor nas horas vagas) e todo povo brasileiro acredite que nós somos patriotas com um pequeno espírito de nacionalismo.
Acho isso muito engraçado pelo fato de que, durante três anos que não tem Copa do Mundo, só se fala que tem vergonha do Brasil por ter muitos corruptos, país de ladrão, quem deveria proteger é o primeiro marginal e assim por diante. Quando chega um ano depois disso, vem a copa do mundo para que o povo acredite esse tal espírito patriota está em nós. Iludido o povo começa a dizer que tem orgulho de ser brasileiro e coisas do tipo. Mas é só em ano de copa do mundo é que se tem orgulho (além das olimpíadas)? Minha opinião não precisa ser dita depois de tanta coisa que já escrevi acima. Quando acaba a Copa, cadê o patriotismo? Há, já sei, acabou de ir embora. e olhe que ano de Copa do Mundo é ano de eleições para presidente e entre uma copa e outra tem eleições estaduais.
Temos orgulho de ser brasileiros? “SIM”, disso tenho certeza, mas porque só demonstrar nessa época? Não sinto orgulho nenhum no dia que se diz ser o “dia da independência do Brasil”. Independência de que ou de quem? Dos Estados Unidos? Isso eu garanto que não. O Brasil é totalmente dependente pelo fato de não ser auto-suficiente. Exporta produtos, importa produtos, mas não melhora nada para o povo, só para os grandes empresários. O pobre do trabalhador é quem paga as contas dos patrões. Que é importante ter importação e exportação eu sei, mas ser auto-suficiente quer dizer independente e isso o Brasil não é.
Continuem assistindo aos jornais e vocês verão que além disso tudo que falei anteriormente, a mídia vai falar que as vendas de produtos relacionados a Copa estão vendendo muito e que as vendas de televisão com “FULL HD” ou conversor está crescendo cada vez mais. Isso é mais uma grande jogada de Marketing para vender mais televisores para a população. Deixem para comprar televisão depois da Copa, os preços estarão mais em conta. Palavra de amigo.
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Daniel Lima
Maceió, Alagoas, Brazil
Sou estudante de Comunicação Social - Relações Públicas na UFAL (Universidade Federal de Alagoas), , Cordenação da Rádio do Curso de Comunicação além do programa Rockfest na mesma e revista Rock Meeting - A primeira dedicada ao Rock alagoano. Apesar do caos citado acima (já foi pior), acredito que sou uma pessoa traquila e que faço o que gosto. Adoro Rock'n Roll (essa é a minha paixão e não queira me mudar nem me criticar), gosto de escrever.
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